O Wrexham AFC, com 158 anos de história, é o clube de futebol mais antigo do País de Gales e o terceiro mais antigo do mundo. No imenso legado de uma história tão longa, estão inevitavelmente incluídos momentos de glória e decadência, de triunfo e derrota. Parte integrante e pilar da cidade que representa, o clube foi, durante quase uma década, propriedade dos seus próprios adeptos, que o apoiaram em tudo e em todos os aspetos, mesmo nos momentos mais delicados. A Macron, parceira desde 2016, entrará em campo ao lado dos Red Dragons também no próximo dia 22 de maio, na tentativa de escrever uma nova página na história do futebol galês.
Graças aos dois golos marcados nos minutos de compensação por Paul Mullin na meia-final contra o Stockport County, o Wrexham garantiu, de facto, o direito de disputar em Wembley a final do FA Trophy, a competição por eliminatórias que envolve as quatro ligas semiprofissionais do futebol inglês. Uma oportunidade única para engrandecer o palmarés de um clube que já conta, entre outros troféus, com 23 Taças do País de Gales e 5 FAW Premier Cup.
A vitória na semifinal foi um clássico conto de fadas do futebol britânico e, em particular, na jogada maravilhosa do primeiro golo, marcado aos 91 minutos, estão reunidos muitos dos valores pelos quais a Macron se orgulha de ser parceira do clube: resistência, determinação, força de vontade, talento e intuição.
O arco traçado no ar pelo sublime lob de Mullin, semelhante em termos geométricos ao arco de Wembley, sob o qual o Wrexham disputará a final, não é apenas a expressão de um gesto técnico refinado, mas a manifestação elegante do trabalho árduo, da perseverança e da consciência que estão por trás de cada vitória.
Boa sorte para a final, estaremos ao vosso lado.
Foto: Gemma Thomas/Wrexham AFC
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